CHINA SURPREENDENTE

CHINA  –   GIGANTE E CURIOSA

A China é o país mais populoso do mundo e uma das nações que mais cresce, já superou os Estado Unidos em quase tudo, inclusive na economia. Ela ficou conhecida primeiro por sua seda, por sua riqueza cultural milenar, sua religiosidade voltada para o budismo, por sua grande muralha, por abrigar uma cidade proibida, por sua famosa praça política, pela modernidade de Hong Kong, de Shanghai  e  Beijing,  pela inesquecível organização de uma olimpíada e é claro também pelos ursinhos Panda. Embora hoje seja uma gigante, a China possui ainda muitos contrastes.

Construída com quase 3.000 km de extensão, a Muralha da China, única obra feita pelo homem que pode ser vista do espaço, começou a ser feita em 200 A.C. e completa atualmente 2210 anos de vida. Sua construção envolveu mais de um milhão de pessoas, muitas das quais morreram ali mesmo.
Sua magnitude começa pelo aspecto visual e termina na prática, pois em alguns trechos de suas descomunais escadarias, o visitante só consegue subir os degraus de quatro, com as mãos no chão.

No interior da China existem várias nações. Algumas inteiras, como é o caso do Tibete e algumas minorias, tais como os mongóis, turcos, cazaques, tibetanos etc. São por volta de 55 grupos diferentes, ou seja, 60 milhões de chineses não são tão chineses assim – 60 milhões! Mais do que uma França ou duas Argentinas! Na China até as minorias são exageradas.

Imaginar que um país tão grande assim – o terceiro maior do mundo em extensão, ficando somente atrás da Rússia e do Canadá – tenha a mesma geografia de norte a sul é o mesmo que generalizar que no Brasil só existe selva. É um erro grosseiro. Tanto das curiosas formações rochosas de Guilin, no oeste do país, quanto da maior de todas as montanhas – o Monte Evereste – a China tem várias faces em seus contornos geográficos.

Quando da comemoração de cada feriado do Ano Novo chinês, mais de 300 milhões de pessoas viajam pela China, para visitar parentes, sendo o maior movimento migratório do planeta. Como não conseguem ir ao banheiro nos trens superlotados, muitos viajantes usam fraldas geriátricas.

Com o controle da natalidade imposto pelo governo, cada casal pode ter somente um filho, acarretando uma geração com aproximadamente 90 milhões de chineses sem irmãos.

No que diz respeito ao sexo das crianças, nascem 119 meninos para 100 meninas.

Algumas estimativas revelam que no ano de 2020 pelo menos 30 milhões de homens ficarão solteiros.

45% das chinesas afirmam que valorizam mais a carreira profissional e não trocam por um casamento.

Eles também têm o hábito de recusar gorjetas. Um viajante relatou que, ao oferecer uma gorjeta a uma garçonete, ela empurrou a mão dele e saiu correndo, corada de vergonha. Quando você deixa a gorjeta na mesa, o funcionário corre atrás de você para devolver o dinheiro.

Para cada dez famílias chinesas, pelo menos três possui um dos avós vivendo junto.

Cobras, ervas, ratos, morcegos. Tudo cura na milenar medicina chinesa. Lagartos ressecados, por exemplo, são ótimos para tosse comprida, pedra nos rins e até mesmo impotência.

Por ser o boi o animal que mais ajuda na lavoura, puxando o arado e a carroça, a maioria do povo chinês considera pecado comer sua carne.

Outra medida de controle de natalidade é em relação ao número de animais de estimação, cada família pode possuir somente um cachorro e outros animais que não ultrapassem 35 centímetros de altura.

O número de internautas na China já superou os Estados Unidos com 220 milhões de usuários.

Os chineses são muito supersticiosos. Os andares 4, 14 e 24 de muitos prédios não existem, porque o ideograma do 4 é parecido com o da morte. Celulares terminados em 4 ou com muitos 4 são bem mais baratos, e muito utilizados por estrangeiros.

Já o número 8 tem o ideograma que lembra o da prosperidade. Não é à toa que os Jogos Olímpicos começarm no dia 8 de agosto de 2008, às 8:08 da noite.

A inovação mais recente que o governo quer implantar na legislação trabalhista são férias anuais de 15 dias. O salário de um operário é mais ou menos R$ 80,00/mês, mas varia muito em cidades grandes, como Pequim, que chega a um pouco mais de 100 euros.

Cerca de 31% das pessoas com idade acima de 16 anos se denominaram religiosos, quatro vezes mais do que há uma década.

O total do número de celulares na China aumentou de 87 milhões (em 2000) para quase 500 milhões atualmente.

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