Atletismo

Adhemar Ferreira da Silva

CURIOSIDADES DO ATLETISMO

Com duas medalhas olímpicas e duas pan-americanas, Adhemar Ferreira da Silva pode ser considerado um dos maiores nomes do atletismo brasileiro de toda a história.

Outro atleta que chegou bem próximo ao Adhemar foi João Carlos de Oliveira, o João do Pulo. Ele conseguiu quatro medalhas pan-americanas e duas medalhas de bronze em olimpíadas, mas sua carreira foi interrompida em 1980, quando sofreu um grave acidente de carro, tendo que amputar sua perna direita.

Com grandes explosões musculares, os norte-americanos são os maiores campeões das provas de velocidade. Só para se ter uma ideia, das 1100 medalhas de ouro distribuídas até hoje, 468 foram parar nas mãos deles.

Nas provas de média e longa distância, a liderança pertence aos africanos, que já conquistaram 54 medalhas douradas.

Nas provas de rua, temos Marilson Gomes dos Santos, que já ganhou a Maratona de Nova Iorque duas vezes, é tricampeão da São Silvestre e foi ouro na meia maratona da Sicília e de Palma de Mallorca.

Já nas provas de salto em altura, os europeus são os que têm o maior número de conquistas, mas não podemos deixar de falar da nossa Fabiana Murer, que já ganhou três medalhas de ouro nessa modalidade, sendo duas em mundiais, 2010 e 2011, e outra nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.

Atualmente, o nome de maior destaque das provas de velocidade é o jamaicano Usain Bolt. Aos 22 anos, ele venceu as provas de 100 e 200 metros, estabelecendo novos recordes mundiais. O último a conseguir este mesmo feito foi o norte-americano Carl Lewis, 24 anos antes, em Los Angeles – 1984.

O atletismo tem histórias incríveis. Uma delas, todos devem recordar, o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima liderava a maratona com folga, quando o padre irlandês Cornelius Horan invadiu a pista e o impediu de continuar correndo por um tempo. No final ele chegou em terceiro lugar, e depois o Comitê Olímpico concedeu a ele a medalha Pierre de Coubertin, que enaltece os atletas que valorizam mais a competição que a vitória. Vale ressaltar que Vanderlei já havia sido ouro nos Pan-Americanos de Winnipeg e Santo Domingo.

Outro fato marcante ocorreu em 1988, na Coreia do Sul, quando o velocista Ben Johnson, jamaicano naturalizado canadense, ganhou a medalha de ouro nos 100 metros, estabelecendo novo recorde, mas depois a medalha terminou nas mãos de Carl Lewis, que chegou em segundo, por motivo de ter sido detectado substâncias proibidas no exame antidoping. Ele não só perdeu a medalha como foi banido do esporte.

Carl Lewis, aliás, é o maior vencedor da história do atletismo. São nove ouros e uma prata em olimpíadas. Dois primeiros lugares nos 100 metros e um nos 200, dois no revezamento 4 x 100 e quatro no salto em distância, além de uma prata nos 200 metros rasos.

No atletismo brasileiro, um caso interessante é o da atleta saltadora Maurren Maggi. Ela ganhou a medalha de ouro em 1999 – Winnipeg/Canadá, mas em 2003, por causa de uma substância da fórmula de uma pomada cicatrizante, ela foi suspensa por 8 anos do esporte. Na olimpíada de 2008, Maurren surpreendeu o mundo ao ganhar novamente a medalha de ouro.

Creio que todos se lembram da arrancada final de Joaquim Cruz nos 800 metros, no ano de 1984, deixando o famoso britânico Sebastian Coe na segunda colocação e o americano Earl Jones em terceiro. Um feito de ouro, uma grata surpresa para todos nós naqueles Jogos Olímpicos.

O racismo já foi tema de confusão nos Jogos Olímpicos do México. Os atletas norte-americanos Tommie Smith e John Carlos, ouro e bronze, subiram ao pódio de luvas negras e ouviram o hino de punho serrado, apontando para o céu, como forma de protesto. Eles foram suspensos de competir por um ano.

Fonte: http://marcela.hdfree.com.br/catle.html

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