80 ANOS

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Assim como Fernanda Montenegro, João Gilberto, Cauby Peixoto, Ziraldo e Zagallo, Francisquinha também está sendo abençoada com a comemoração dos seus OITENTA ANOS, considerando-se uma privilegiada e abençoada por Deus. Neste dia especial, todos os filhos e filhas, genros e noras, netos e netas, bisnetos e bisnetas rendem a ela esta linda homenagem e desejam muita saúde e felicidades!

FRANCISQUINHA – FESTA DOS OITENTA!

Para falar de Francisquinha, faz-se necessário trazer à luz o patriarca dos Alves.

Pedro Alves nasceu na cidade de Quebrangulo, em região montanhosa de Alagoas e na terra natal de um dos maiores escritores brasileiros – Graciliano Ramos, no dia 11 de maio de 1889 e faleceu em 25 de abril de 1985, com quase 100 anos de idade.

Aos dez anos, depois de haver perdido sua mãe, viajou para o Acre para trabalhar naquele estado. Estava lá quando, em 1900, Luís Galvez Rodriguez de Arias, um espanhol de coração brasileiro, lutou contra a Bolívia e proclamou a República do Acre, dando início ao processo de anexação daquele território ao Brasil. Em 1914, Pedro Alves retorna de navio até Belém/PA e depois segue para Juazeiro para ser “cabra de Padre Cícero”, lutando com o Governador Franco Rabelo.

Saindo vencedor da peleja, despede-se de Padre Cícero, indo para o alto sertão da Paraíba. Em Cajazeiras, começa a trabalhar para seu futuro sogro, Rufino Coelho Viana, no ano de 1915, durante uma grande seca no Nordeste. Neste mesmo ano, Pedro Alves da Silva conhece a filha do patrão, conhecida como Dona Mocinha, mulher educada e prendada que, dentre suas habilidades, fazia a linha para tecer seus bordados com renda de bilros.

Logo surgiu o interesse mútuo entre o alagoano e a paraibana. Assim Pedro, que estava com trinta anos, e Prudência,   de apenas quinze anos, casam-se com a bênção dos sogros, em 1916. Dessa feliz união, resulta uma numerosa prole.

Todos os filhos de Pedro Alves da Silva são cajazeirenses, nascidos em alguns bairros da cidade, tais como Gadelha, Santo Antonio, Barreirinho e Serrote. Dona Mocinha tinha como nome Prudência Maria da Conceição ou Prudência Maria de Jesus – alguns filhos foram registrados com o primeiro nome, coincidentemente aqueles que saiam mais morenos; e outros com o segundo nome, aqueles que puxavam pela cor branca da mãe. Eles tinham como avós maternos os paraibanos Rufino Coelho Viana e Maria Joana Viana e avós paternos os alagoanos Antonio Alves e sua esposa, que faleceu muito nova.

Eles tiveram ao todo dez filhos, a saber: Francisco Pedro da Silva, o primeiro, nascido em 1918. Este fazia previsão de acontecimentos e, aos sete anos, faleceu repentinamente, em 1925; José Pedro da Silva nasceu em setembro de 1921, que se casou com Adelaide Genuíno; Antonio Pedro da Silva nasceu em 1924, no dia de 13 de junho – Festa de Santo Antonio, que se casou com Josefa Rocha; em 1926, nasce Maria Prudência de Jesus, a Mariquinha, que se casou com Geraldo Pereira; em 1929, nasce Jovita Prudêncio da Conceição, a Nenen, que se casou Afonso dos Anjos; Raimunda Prudêncio de Jesus, a Deia, nasceu em 17 de setembro de 1931, casando-se depois com Manoel Agripino Alves; Francisca Prudência de Jesus nasceu em 1933, no dia 13 de janeiro, que se casou com Cleto Gomes Cavalcanti; Teresinha Alves da Silva nasceu em 31 de dezembro de 1935, que se casou com Abel Miranda; em 13 de janeiro de 1937, nasce  Francisco Pedro da Silva, o Bila – o segundo Francisco -, que se casou com Maria; e o último filho, João Bosco Alves, após um eclipse solar, nasceu no dia 02 de março de 1940, que viveu maritalmente em Brasília com Cinésia das Neves.

Pedro Alves, juntamente com os filhos mais velhos José Pedro e Antonio Pedro, passaram a trabalhar para Nelson Rolim numa fábrica de beneficiamento de algodão. José Pedro era gerente geral na Fábrica de Beneficiamento e Antonio Pedro era gerente de produção na Fábrica de Sabão. Pedro Alves produzia o pano de coar o óleo a partir de cabelos de animais. Primeiro trançava os fios e depois tecia o pano. Tal tecido tinha uma importância vital na produção, pois sem ele não se podia coar o óleo, que era proveniente da massa cozida e prensada em forma. Nada se perdia, pois até a massa era depois aproveitada para dar para os animais, pois com ela se produzia mais leite. Com um único cuidado: a massa só podia ser comida depois de fria, pois quando engolida ainda quente fermentava e produzia mal-estar na criação.

Em 1950, após sociedade de Nelson Rolim com Juvêncio Rego, de Pau dos Ferros, segue para montar também naquela cidade do Rio Grande do Norte outra fábrica de beneficiamento de algodão, associada também à fabricação de sabão, José Pedro, já casado com Adelaide, e Antonio Pedro se transferem para este estado em 1952. Logo depois, em 1953, Pedro Alves segue com toda a família para se juntar aos demais filhos.

A relação com a família Rolim era antiga. Em 1943, Francisquinha foi morar lá no Bairro do Serrote com sua madrinha, Dona Ana Rolim, mãe do Nelson, dono da fábrica onde passou a trabalhar toda a família. Francisquinha foi criada como uma rainha, tendo sempre tudo de bom e de melhor. Recebeu uma educação diferenciada dos demais filhos. Graças a ela, estudou na Escola Professora Júlia e no Educandário das Irmãs Doroteias, existente até hoje em Cajazeiras. Ficou com sua madrinha até o falecimento dela em 1954. Após a morte de Dona Ana, a cajazeirense Francisquinha segue da Paraíba para o Rio Grande do Norte e se reintegra à família Alves na cidade de Pau dos Ferros.

Após sua chegada na nova cidade, em 1954, Francisquinha já se coloca muito bem na sociedade, em função da sua excelente formação, pela maneira educada e cordial no trato para com as pessoas, além da elegância e bons modos. Logo começa a dar aulas no Patronato, que era dirigido por irmãs de caridade, vinculadas à Igreja Católica. Depois começa também a trabalhar no comércio local numa loja de tecidos, em 1955. Neste contato com a clientela, conhece o pernambucano Cleto Gomes Cavalcanti, que era um reconhecido funcionário da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafo. Funcionário público concursado, exercendo a função de Telegrafista, Cleto gozava de enorme conceito e prestígio entre os pauferrenses, sendo considerado um grande partido entre jovens donzelas, em idade de casamento.

Quis o destino que Cleto e Francisquinha se conhecessem e a partir daí é dado início a uma nova história de vida, que uniria para sempre duas vidas em um só caminho. Em 24 de maio de 1956, após conhecer a família Alves, caindo nas graças de Dona Mocinha e de Pedro Alves, se casam, passando a residir em uma casa alugada na Rua 13 de maio, no centro de cidade. Para selar mais ainda esta união, surge a que foi considerada a “bonitinha” da família – Maria das Graças Cavalcanti, nascida moreninha jambo, em 23 de fevereiro de 1957. No ano seguinte, em 12 de fevereiro de 1958, nasce a clarinha de cachinhos loiros – Maria Edite Cavalcanti, que recebe como homenagem paterna o privilégio de carregar o nome daquela que seu marido Cleto considera sua segunda mãe – Edite Chacon.

Depois que as duas beldades vêm ao mundo, enchendo a casa dela de alegrias, surge a primeira figura varonil no lar dos Cavalcanti, assim em março de 1959 nasce José Francisco Cavalcanti. Era tanta alegria com o novo rebento que seu esposo nomeou seu primeiro filho com a versão masculina do nome do da esposa Francisquinha e José para homenagear o santo de mesmo nome. O primeiro filho nasceu em 05 de março de 1959 na casa nova, construída no terreno comprado por Cleto no Alto do Açude. Os Cavalcanti viviam muito bem em Pau dos Ferros, com três filhos pequenos e uma babá para paparicá-los, além de uma senhora que realizava os serviços caseiros. Francisquinha estava muito feliz até surgir a transferência do seu marido para a cidade de Mossoró, começando a sua peregrinação por várias cidades potiguares, visto que os cursos que Cleto iria começar a fazer no Rio de Janeiro o obrigariam a multiplicar estes conhecimentos em várias outras localidades, fazendo a família a se trasladar de um lado para outro.

Naquele mesmo ano ocorre também a ida de Pedro Alves da Silva, Dona Mocinha e Terezinha para Brasília para ajudar o Presidente Juscelino Kubitscheck a construir a nova capital do Brasil. Bila já tinha ido em 1957. José Pedro, entre 1959 e início de 1960, seguiu também para a futura Brasília, estando na companhia de sua esposa Adelaide e de seus filhos – José Aécio, Francisco e a pequena Maria das Graças, de apenas 10 meses.  Tendo adoecido a pequenina, pararam em Petrolina/PE, e Maria das Graças veio a falecer. Retomaram o caminho para Goiás, pedindo carona em um caminhão, mas chegando próximo a um canavial, José Pedro pediu parada, desceu do carro e sumiu, não dando notícia até hoje. Adelaide seguiu com os filhos para Goiás na esperança de que seu esposo reaparecesse, mas como tal fato não ocorreu, retornou para Cajazeiras para viver ao lado da família. Em Pau dos Ferros, ficou somente Antonio Pedro da Silva, que casou com a “Zefinha” e com ela tiveram cinco filhos. Na década de sessenta, seguem também Nenen, Déia e Mariquinha para o maior canteiro de obras do país – a futura capital do Brasil.

Ainda em junho de 1959, a família Cavalcanti chega a segunda maior cidade do Estado: Mossoró, que já naquela época era uma importante força política. Por sua localização, alavancava o comércio do Rio Grande do Norte com a venda de sal e era o município que mais crescia no RN.

Logo ao chegar, a família passa a residir em uma vila no centro mossoroense, provisoriamente, passando a morar depois na Rua Alberto Maranhão, a partir de 1960, quando vem ao mundo José Maria Cavalcanti, nascido em 23 de abril. Francisquinha recebe todo o apoio necessário no trabalho de parto, nascendo assim o segundo varão da família, formando dois casais de filhos. Após uma grande precipitação de chuvas na cidade, deixando o centro de Mossoró alagado, a empresa transfere Cleto em dezembro de 1960 para a cidade de São José de Mipibu, cidade a 31 quilômetros de Natal, situada às margens do Rio Mipibu. Todos seguem em avião da Força Aérea Brasileira direto para o Aeroporto Augusto Severo, levando apenas a indumentária do casal e dos filhos e roupas de cama, mesa e banho. Após o desembarque, os Correios colocam à disposição carros para fazer o transporte até o novo destino – uma belíssima casa no centro da cidade.

Em 29 de outubro de 1961, nasceu o terceiro varão – José Paulo Cavalcanti, este mipibuense que veio ao mundo adoçado pelo açúcar da melhor cana e de onde saía a melhor rapadura potiguar. Naquele mesmo ano, Cleto é enviado para o Rio de Janeiro para fazer o Curso de Inspetor de Linhas Telegráficas. Ao retornar do curso, Cleto é transferido para a cidade de Goianinha.

Em 26 de dezembro de 1962, nasce Maria José Cavalcanti, a menina mais branca da família. Em 30 de setembro de 1964, nasce aquele que não receberia o nome “José”, sendo nomeado João Maria Cavalcanti, em homenagem ao Padre João Maria, que após sua morte realizava curas miraculosas. Depois de permanecer de janeiro de 1962 a dezembro de 1964 em Goianinha, Cleto é transferido com a família para Parnamirim, cidade que figura nas páginas da história mundial como o trampolim da vitória. Com isso, cada vez toda a família ia se aproximando de Natal.

Em 14 de outubro de 1965, nasce Maria Margarida Cavalcanti, nome escolhido em homenagem a mãe verdadeira de Cleto e que coincidentemente naquele mesmo ano veio a falecer na cidade de Recife. Os Cavalcanti ficaram na cidade sede da Aeronáutica até 1967 e, quando imaginaram que iriam chegar a Natal, foram transferidos para Santa Cruz do Inharé, que fica localizada a 130 quilômetros no sentido oposto à capital.

Em Santa Cruz, no dia 18 de março de 1967, nasce a caçulinha Rita Maria Cavalcanti, em honra da padroeira da cidade – Santa Rita. Após este último nascimento, Francisquinha começa a tomar anticonceptivo, que era distribuído pelo INAMPS, depois  realiza tratamento de um mioma e faz uma cirurgia de laqueadura de trompas, pondo término na proliferação dos Cavalcanti. Depois de seu marido chefiar as linhas telegráficas daquela cidade, que fica localizada mais ao centro do estado, durante seis anos, Cleto é transferido para Natal para receber uma incumbência maior que era chefiar todo o setor telegráfico do Rio Grande do Norte.

Com o Brasil vivendo o “milagre econômico”, crescendo acima de 11% ao ano, inaugurando estradas, a grande Rio – Niterói, a Transamazônica e a indústria em crescimento, era necessário aproveitar aquele boom econômico, educando em um grande centro aquela família numerosa e a melhor oportunidade surgiu no final de 1971, quando Cleto foi transferido de Santa Cruz do Inharé para a capital. Pelo reconhecimento de seu excelente trabalho, foi nomeado para ocupar a função mais importante na sua área de atuação.

Depois de uma verdadeira jornada por várias cidades interioranas, tendo 10 anos de trabalhos de parto e com a família já definida, Francisquinha pediu primeiramente a Deus e depois a Cleto para que aquela fosse sua última transferência, posto que lá em Natal pudessem dar aos filhos a oportunidade para cada um se desenvolver, estudando e trabalhando. Os filhos maiores, Gracinha com 14 anos e Edite com 13 anos, logo necessitariam de uma preparação melhor para fazer a faculdade. Logo atrás Francisco e Zé Maria iriam buscar talvez uma carreira técnica e muitas portas se abririam para os demais filhos em Natal.

Com muita esperança no futuro, ela preparou toda a mudança e cada mala e cada móvel colocado sobre o caminhão era seguido de uma reza por bons auspícios no novo destino. Foi feito um planejamento para transportar os filhos em um carro à parte, principalmente as mulheres e os mais novos, deixando que os dois rapazes mais velhos seguissem em cima do caminhão.

Após a triste despedida de amigos queridos deixados nas quatro ruas em que residimos, comprovaram mais uma vez a dificuldade de se afastar daquilo que foi cultivado com tanto amor e carinho. Enfim saíram pela BR 101 para percorrer 130 quilômetros rumo a Natal.

Francisquinha sabia que Cleto já havia providenciado o novo lar. Uma boa casa, segundo ele, em um bairro tranqüilo, não muito distante do seu local de trabalho: a Rua Chile, localizada no Bairro da Ribeira. Ele já havia passado para sua esposa o endereço, e ela já havia reportado aos seus filhos: Rua São Sebastião, Casa Nº 50 – Bairro das Rocas.

Enquanto o caminhão da mudança rodava à frente, os olhos das crianças, perdidos no horizonte, buscavam, a partir do carro de trás, cada um deles seus interesses. Ali ela via, no último banco, Rita com quatro anos, Guida com seis anos, Lena com nove anos e Joca com sete anos.

Todos eles seguiam felizes, quando não estavam brincando, lançavam olhares furtivos para paisagens, cidades e povoados às margens do asfalto. Gracinha e Edite mais adiante, e Zé Paulo com dez anos, sentavam lado a lado no segundo banco. Na frente com o motorista, estava Cleto que já havia anunciado que iriam fazer uma parada em Tangará para que todos pudessem usar o banheiro, fazer um lanche e checar as amarras do caminhão. Depois de breve permanência em um restaurante, onde todos puderam se desapertaram de suas necessidades e apertaram as cordas e tirantes que prendiam os móveis, retornaram rapidamente, pois ainda tinham muita estrada por diante.

Depois de três horas de viagem, com direito a parada e comes e bebes, chegaram enfim a Natal, atravessando sua grandiosidade até chegar à Casa Nº 50, em um bonito fim de tarde.

Neste endereço, a família ficou morando por cinco anos. Permanência marcante na vida de todos, inclusive porque em 1976 Gracinha se casa com Petronilo aos dezenove anos e concede a Francisquinha a primeira neta Paloma (depois da viuvez, casou com Nilton e teve Vinicius). Depois das Rocas, a família parte para a Rua José do Patrocínio 3429, no bairro de Candelária, casa adquirida por Cleto antes de sua aposentadoria. Em 1979 se casa Edite com Jodinaldo, tendo duas filhas: Priscila e Patrícia. Em 1981 Francisco se casa com Miriam e eles têm Aline, Ariane e Alisson (depois em nova união com Sirlene, eles têm mais dois filhos Fernando e Gustavo). Em 1982 se casa Zé Maria com Isabel tendo eles Fiamma, mãe do Gustavo, Gabriel e Ana Laura e Camilla, mãe da Sara. Atualmente está casado com Marta. No ano seguinte, casa-se José Paulo com Anair, tendo três filhos: Pâmela, Jônatas e Barbara, mãe do João Paulo; depois se casa Maria José com Dorian e têm a Cintia e depois de nova união com Denis veio o Artur; de João Maria e Lúcia vieram Adam e Hugo e de Margarida, que se casou com Beto, vieram Natália e Mateus. A única solteira é Rita Maria.

Infelizmente, no dia 05 de setembro ano de 1986, ocorreu o fim de uma união de 30 anos para Francisquinha, seu esposo Cleto, após a aposentadoria, faleceu de infarto aos 59 anos, deixando uma grande saudade na família. Morreu após ver a chegada dos muitos netos e depois de haver realizado sua missão como pai e esposo.

Hoje, exatamente, Francisquinha completa 80 anos e vive feliz cercada pelos filhos e filhas, genros e noras, netos e netas e com os primeiros bisnetos: Gustavo com quase onze anos, João Paulo com oito anos, Sara com cinco anos e Yasmim com quatro anos, Pietro com 3 anos, os gêmeos Ana Laura e Gabriel, com dois anos, Pedro com um ano e está agora com a chegada do mais novo bisneto, o Guilherme.

Francisquinha continua muito ativa não só no lar que edificou com muito carinho como também quando sai para realizar compras ou efetuar pagamentos nos bancos. Gosta de ler jornal diariamente e de assistir a filmes e noticiários televisivos.

Sua casa hoje é um verdadeiro centro de reunião e de festas da família, pois é em Candelária onde todos estão sempre se encontrando em torno daquela que é a mais querida da família Cavalcanti.

Autor José Maria Cavalcanti

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