Sobre o Autor

“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.”
(Carlos Drummond de Andrade)

QUEM SE DÁ METADE NÃO SE SABERÁ INTEIRO

(José Maria Cavalcanti)

“O AMOR É A ASA LIGEIRA QUE DEUS NOS DEU PARA NOSSA ALMA TOCAR O CÉU MAIS DEPRESSA”

(Michelangelo Buonarroti)

Autor do Blog do Bollog –  José Maria Cavalcanti.

bol (boletim) + log (linkar) = Bollog.

Sobre o autor:

Apesar do meu jeito conservador, um tipo à moda antiga e já com algumas manias, curto de tudo um pouco, sem abrir mão  de escutar músicas de qualidade, ler tranquilamente um livro na varanda de casa, ver filmes de espionagem e de caubóis.

Sou um cara de coração mole, a derreter linhas poéticas em receptivas folhas brancas de papel, e que um dia se meteu a escrever. Depois de ajudar uns amigos a compor uma revista, achei que já deveria sair por aí, publicando livros.

Assim surgiu o primeiro projeto: Dança dos Cavalos, que fala a estória de Joseph Rezendesky, um grande mestre de xadrez, que, quando menino, saiu da Polônia e seguiu para a Rússia, desenvolvendo-se, juntamente com outros prodígios, na arte enxadrística. Depois de se destacar naquela escola e conseguir os títulos de mestre e grande mestre, ele passa a professor e depois a preparador das equipes russas para grandes competições.

Após a Olimpíada de Xadrez de Buenos Aires, em 1939, e o mundo em guerra, os jogadores europeus ficaram impedidos de regressar, principalmente aqueles que não tinham motivos para isto, por terem perdido seus familiares em campos de concentração.

Os russos, sempre bem aparelhados com seu serviço secreto, descobriram que o velho mestre tinha escrito um livro que iria modificar conceitos do xadrez e tinham receio que as eficientes técnicas empregadas na escola russa chegassem ao Ocidente. A relutância do professor às propostas de retorno deu início à perseguição imposta por agentes russos. Ciente disto, ele foge para o Brasil e, na pequena Andaluzia, vive como Pepe, um fotógrafo amador, registrando com sua lente as vitórias do Estrela, o time de futebol da cidade.

Já com idade avançada e correndo um risco calculado, resolve transmitir seus conhecimentos para o pequeno Micael, filho de sua governanta, que depois descobre ser seu próprio filho. O garoto cresce e, aos quinze anos, transforma-se em um grande jogador, mas aquele grande torneio de Petrópolis não iria se transformar em apenas  glória para aquele jovem talento, mas também ajudaria o perigoso agente russo a localizar o esconderijo de Joseph.

A chegada do espião na cidade e o plano preparado por Pepe, que estava sempre um passo à frente do inimigo, marcarão o desfecho deste meu primeiro romance.

Empolgado com este primeiro trabalho, estou agora escrevendo Linda para Sempre, mas depois eu conto para vocês.

Daqui a alguns anos você estará
 mais arrependido pelas coisas 
que não fez do que pelas que fez.
Então solte suas amarras.
Afaste-se do porto seguro.
Agarre o vento em suas velas.
Explore. Sonhe. Descubra.
Anúncios